terça-feira, 20 de abril de 2010



  • «Ortografíadas» é um concurso de exercícios ortográficos, dinamizado pelas professoras de Língua Portuguesa, destinado a alunos do 3º ciclo. Esta actividade realiza-se na última semana de cada período lectivo, numa aula de Língua Portuguesa, tendo duas fases eliminatórias e uma final.
  • As provas são constituídas por textos narrativos lacunares que os alunos preenchem com palavras cujo grau de dificuldade varia conforme o ano de escolaridade em que se encontram.
  • A correcção é feita pelas professoras da disciplina.
  • Os nomes dos alunos participantes apurados em cada eliminatória são divulgados no blog de Língua Portuguesa.
  • Na prova final, haverá três vencedores, um de cada ano de escolaridade, que receberão um prémio, individualmente.

2.ª Eliminatória
(Realizada na última semana do 2º período lectivo)

7.º A
Christelle Kalombo

7.ºB
Beatriz Nunes

7.ºC
Diana Ferreira

7.º D
Fábio Barros
Margarida Morais
Maria Silvestre
Jessica Inchude

7.º E
Marco Sousa
Pedro Gomes
Sara Antunes

---

8.º A
Deusa Tavares

8.ºB
Patrícia Monteiro

8.ºC
Andreia Tavares
Catarina Teixeira
Diana Farinha
Maria Calugaru
Ruben Marinho

---

9.º A
Tatiana Cunha
Vítor Rodrigues
Nuno Figueiredo

9ºB
Célia Santos
Gilberto Barros
Maria Helena Antunes

quarta-feira, 24 de março de 2010

Dia Mundial da Poesia 21 de Março - 2010


Primavera - Josephine Wall

PROPOSIÇÃO

Neste meu poema,
Uma turma vai ser louvada,
É uma turma fantástica
Que vai ser elogiada.
Numa bela escola,
Há alunos brilhantes,
São jovens raros,
Preciosos como diamantes.

Jovens com talento,
E arte de estudar,
Eles na sala de aula
Só querem trabalhar.
Alunos muito divertidos
E também engraçados,
Mas o que eles são mesmo
São alunos empenhados.

E é isto tudo
O que tenho para dizer,
Elogiar esta turma,
Vai-me dar prazer.
Quero fazer este poema,
Com muito carinho,
Quero estar concentrado,
No meu lugar, sozinho.


INVOCAÇÃO

E tu, meu grande amigo,
O Deus da Escola,
Os alunos não se preocupam contigo,
Só querem jogar à bola.
Mas eu, Caetano Jesus,
Preocupo-me contigo,
És um bom camarada,
E também um grande amigo.

Dá-me agora o mais importante,
Que é a tua inspiração,
Quero fazer este poema,
Do fundo do meu coração.
Eu preciso de ti,
Para escrever esta epopeia,
E também vou gostar
Que alguém a leia.


DEDICATÓRIA

Este meu poema
É muito especial.
Quero dedicá-lo
A um sítio radical.
Esse sítio radical
É a minha escola,
É lá que está esta turma
E todos sabem jogar à bola.

Esta escola é especial
Porque tem talentosos,
E sei que um dia
Eles irão ser famosos.
Neste sítio encantado,
Onde todos são divertidos,
Toda a gente se dá bem,
Pois somos todos amigos.


NARRAÇÃO

Aquela turma ali do lado
Tinha heróis de qualidade,
Inteligentes por todo o lado
E marotos de verdade.
Aquele Monstro Malvado,
Que só fazia maldade,
Ele foi castigado
Pela professora Piedade.

Mas o seu castigo
Não serviu de nada,
Pois aquele inimigo
Não sabia fazer nada.
Cada um daquela turma
Tentava parar aquele Monstro,
Mas quando ele se transforma,
Ai, mas que desgosto.

Aloyma, Ana e André,
Tentavam-no bloquear,
Mas o seu gigante pé,
Era só para matar.
Célia, Eder e Gilberto,
Tentavam adormecê-lo,
Mas o seu grande quarto
Apenas ele conseguia vê-lo.

Inna, Jarlenys e Jessicas,
Elas queriam-no mascarar,
Mas como ele era mauzinho,
Não gostava de brincar.
José, Márcia e Maria,
Queriam-no raptar,
Mas com sua rapidez,
Ninguém o conseguia parar.

Mauros, Pedro e Penda,
Planeavam uma armadilha,
Mas a sua maldade
Parava aquela quadrilha.
Priscila, Tiago e Óscar
Eram os esperançados,
Davam-lhe doces para matar,
Mas ele não gostava de rebuçados.

Era difícil de parar
Esta criatura má,
Ele era muito bom,
E trazia sempre a sua pá.
O Monstro Malvado,
Estava cada vez pior,
Já nem se preocupava
Com o seu grande amor.

Sinceramente, eu não sei
O que é que ele queria,
Ter uma vida normal,
Ou fazer “porcaria”.
Ele estava a destruir
Aquela sala de aula
E ninguém conseguia
Pô-lo numa jaula.

Os alunos e professora
Já não sabiam o que fazer,
Agirem e pará-lo
Ou ficarem a ver.
Mas entretanto
Um brilhante aluno
Teve uma grande ideia
Do tamanho do mundo.

A sua brilhante decisão,
Foi juntar as forças de todos
E usar um esquema
Com vários modos.
Cada um daquela turma
Tinha uma função,
Todos alinharam
Em cumprir a missão.

A fantástica Aloyma,
Tinha como função
Mostrar os seus dotes especiais
E provar que tem bom coração.
A função da Ana Filipa
Era mostrar a sua simpatia,
O monstro ficou zangado,
Não tinha nenhuma fantasia.

O André Filipe Sá,
Tinha que ter paciência,
O monstro era chato
Mas André mostrava inteligência.
A jovem Célia Santos
Tinha algo especial,
Era muito querida
E dava o seu empenho total.

Eder Lopes Brito
Não gostava de nenhum livro,
O monstro tinha medo
Porque ele era agressivo.
Com as belas piadas
Do senhor Gilberto,
O Monstro Malvado
Tinha um sorriso por perto.

A timidez da Inna
Era algo de esperar,
Aquele grande malandro,
Queria-a beijar.
Os desenhos da Jarlenys
Eram para adultos,
Mas ninguém a parava
Nem os malvados insultos.

A fabulosa Jéssica Santos
Tinha como função
Mostrar que era feliz
E cuidar daquele malandrão.
A Jéssica Cordeiro
Era uma desportista,
A sua função
Era ser sua malabarista.

O José Barros
Tinha como função
Mostrar ao Monstro Malvado
A sua cara de mauzão.
A Márcia Ribeiro Lopes
Era uma pintora fantástica,
Ela tinha que o desenhar
E fazer uma cara bombástica.

Tal como André Sá,
Maria era muito inteligente,
Ela tinha que humilhá-lo
À frente daquela gente.
O próximo aluno
Era o Mauro Albuquerque,
Ele tinha que lhe oferecer
Um venenoso queque.

Um rapaz sincero,
Era o famoso Mauro,
A sua grande função
Era ficar pior que um dinossauro.
O Pedro Caetano Jesus
Era o mais pequenino,
Ele tinha que deixar o monstro
Fechado na sala, sossegadinho.

Logo a seguir,
Veio a menina Penda,
A sua função
Era fazê-lo pagar a renda.
A rapariga sonhadora
Era a menina Priscila,
Ela tinha que o pôr
Dentro de uma mochila.

O Tiago Pinto
Era um bom rapaz,
Ele disse ao monstro
Tudo o que era capaz.
E a última função,
Era a do Óscar Baía,
Ele foi ter com o monstro
Dizendo que ali ninguém morria.

O Monstro Malvado,
Sem saber o que dizer,
Agarrou nas suas coisas
E pôs-se a correr.
A turma inteira
Trabalhara muito bem
E assim conseguiram,
Que tudo ficasse bem.

Todos estavam de parabéns
Por serem uma turma unida,
Estavam todos contentes
Por o monstro escolher a saída.
Voltaram à aula,
Da professora Piedade
Mas, desta vez,
Sem nenhuma maldade.

FIM
Caetano Jesus – 9ºB


O AMOR LÍRICO

Sempre que vou á janela
Sempre que vou à janela,
E fecho os olhos, tudo fica diferente.
Vejo a paisagem mais bela
E todo o mundo contente,
Oiço os passarinhos cantar,
Vejo crianças a sorrir,
Vejo o sol a brilhar
E toda a gente a divertir!


Vou nadar pelo mar a fora
Vou nadar pelo mar a fora,
Vou ver o sol brilhar,
Vou ter de ir agora
Porque o tempo está a passar.

Sonho um dia poder voar
Sonho um dia poder voar
Nas nuvens do céu fascinante
E poder olhar
O único sol brilhante.

O meu amor por ti
O meu amor por ti
É jóia rara no oceano,
Estrela brilhante no céu escuro,
É algo sem engano
Sentimento puro!
O que sinto não tem explicação.
É algo muito importante,
É uma grande paixão.
Amo-te!

Nunca Penses
Nunca penses que não vais conseguir
Nunca penses que não vais esquecer
Pensa sempre que vais sorrir
Pensa sempre que vais viver!

Quem ama
Quem ama é porque gosta de sofrer
Quem usa e não ama
É porque sabe que nunca vai cair no erro de se magoar
Quem quer ser amado
Tem que amar
Quem quer ter alguém a seu lado
Tem que lutar!

A amizade
A amizade é sonhar
A amizade é cheia de cor
A amizade é ajudar
A amizade não tem dor.

Eu
Eu gosto de viver
Eu gosto de sonhar
Eu gosto te ter
Eu gosto de te amar!

Deusa Tavares 8ºA